NOTÍCIAS | DW
História

Avenida Julius Nyerere – o amigo da Tanzânia

Liga o sul, na zona de cimento, aos bairros periféricos do norte. Julius Nyerere foi presidente da Tanzânia entre 1961 a 1985. Em 1967, defendeu o socialismo, inspirado pela antiga União Soviética. Foi amigo de Moçambique e chegou a ceder o seu território à FRELIMO, durante a luta pela independência, o que lhe valeu a atribuição desta avenida.

História

Avenida Vladimir Lenine- inspiração marxista-leninista

Vai da baixa da capital até à Praça dos Combatentes, numa extensão de quase quatro quilómetros. Vladimir Lenine, Presidente da URSS, é um dos rostos da criação e disseminação do comunismo pelo mundo. Depois da independência, Moçambique adotou um socialismo de inspiração Marxista-Leninista e muitos moçambicanos viajaram para a URSS para formações de ideologia marxista-leninista.

História

Avenida Ho Chi Minh - "o que dá luz"

Começa na atual sede da Comissão Nacional de Eleições, na parte centro-este, e termina na escola Secundária Francisco Manyanga, na parte ocidental. Ho Chi Minh, que significa para os vietnamitas “o que dá a luz”, foi o nome que Nguyen Ai Quoc adotou. Também amigo de Moçambique, valeu-lhe atribuição desta avenida por ter inspirado a FRELIMO a adotar os ideais comunistas.

História

Avenida Kim Il Sung - apoio norte-coreano

Começa no Hospital Central de Maputo e termina perto da Embaixada da Alemanha, numa extensão de cerca de 1500 metros. Kim Il Sung é avô do atual presidente Kin Jung-un. O nome da avenida recorda o apoio da Coreia do Norte na luta pela independência moçambicana. Samora Machel visitou várias vezes a Coreia do Norte de Sung e ainda hoje Moçambique mantém boas relações políticas com o país.

História

Avenida Olof Palme – da Suécia para Moçambique

Localiza-se no bairro central, no centro da cidade de Maputo. Olof Palme é considerado uma das figuras maiores da social-democracia sueca. Justiça social, igualdade e paz eram seus ideais mais acalentados. Levou a Suécia para a arena internacional moderna, dedicando-se a temas como o socialismo, a paz e a solidariedade. É dos poucos governantes europeus que constam da lista das avenidas de Maputo.

História

Avenida Nkwame Nkrumah – primeiro presidente da África Negra

Localiza-se no centro da capital, na zona nobre de Maputo. Nkrumah foi Presidente do primeiro Estado independente da África Negra, o Gana. Em 1952, ainda no período da colonização, no seu primeiro discurso como primeiro-ministro, Nkrumah proclamou-se socialista, marxista e cristão. Não tardou a ter uma avenida em Maputo, pois a FRELIMO também era um partido de orientação socialista.

História

Avenida Salvador Allende - defensor do marxismo

Esta avenida tem localização central na zona nobre da capital e conta com um único sentido. Salvador Allende foi Presidente do Chile e o primeiro Presidente com ideais comunistas, eleito em eleições livres, a assumir o cargo num país latino-americano. Allende era marxista e atuou politicamente defendendo os valores característicos dessa ideologia.

História

Avenida Mao Tse Tung – símbolo de uma longa amizade

Mao Tse Tung defendia uma visão revolucionária do comunismo, em que todos os aspetos da sociedade, cultura, economia e política deveriam estar a serviço de causas ideológicas. Depois da independência, Moçambique inspirou-se nos ideais do Partido Comunista Chinês. Os dois países são amigos de longa data, tendo os chineses ajudado a FRELIMO na luta contra o colonialismo.

História

Avenida Karl Marx – motor da mudança ideológica

É uma das avenidas mais frequentadas na capital. De nacionalidade alemã, Karl Marx foi um influente pensador na questão da luta de classes. Em 1977, o partido FRELIMO deixou de ser uma frente armada para ser um partido de ideologia marxista-leninista, com monopólio exclusivo do poder político e instaurando o partido único. Para imortalizar a influência de Marx, foi-lhe atribuída esta avenida.

História

Avenida Friederich Engels – inspiração contra injustiças sociais

Nesta avenida, pode contemplar-se uma bela paisagem marítima. Engels, amigo próximo de Marx, desenvolveu a sua teoria sobre as classes trabalhadoras, ao observar a miséria e as condições dos operários que viviam dentro do regime capitalista. Em algumas das suas obras, denunciou as injustiças sociais. Inspirou Samora Machel e a FRELIMO a adotarem uma política em defesa das classes sociais.

História

Avenida Patrice Lumumba – o herói congolês

Patrice Lumumba lutou contra o imperialismo europeu. O seu partido, o Movimento Nacional Congolês (MNC), identificava-se como comunista. Após a independência do seu país, em 1960, Lumumba foi eleito primeiro-ministro. Um ano depois, foi preso, e, em janeiro de 1961, foi barbaramente assassinado. Como homenagem, a FRELIMO atribui o seu nome a uma avenida e a um bairro na Matola.

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História | 03.05.2018

Ngungunhane: o herói moçambicano que fez frente aos portugueses

Política

A bandeira da opressão

Depois da queda da monarquia portuguesa em 1910, a bandeira portuguesa passou a ser um símbolo muito presente nas colónias portuguesas. No caso de Moçambique, o museu da província de Inhambane conserva um exemplar com duas cores (verde e vermelho), uma esfera armilar e um escudo. Moçambique teve a sua própria bandeira em 1975 quando se tornou independente.

Política

Algemas que acompanharam escravos por longos períodos

A região de Inhambane, no sul, viveu o comércio de escravos. Eles eram vendidos principalmente para a Ásia, Europa e América. Mas os escravos sempre tentavam escapar-se, o que levou os senhores de escravos a algemarem-nos durante as viagens que podiam durar vários meses. Os portugueses e árabes eram os principais comerciantes de escravos.

Política

Palmatória usada contra os moçambicanos

Para conseguirem colocar ordem nos territórios ocupados, os portugueses usavam instrumentos de tortura. O chicote era principalmente usado nos campos de trabalho e a palmatória contra todos que no entender dos colonialistas tivessem cometido qualquer erro. Como resultado surgiram grupos radicais para acabar com abusos praticados pelos portugueses em praça pública e na presença de familiares.

Política

Pasta das chaves da Câmara da cidade

Ninguém sabe onde estão as chaves da Câmara Municipal da Cidade Inhambane, mas a pasta veio de Portugal e ficava guardada no gabinete do presidente da Câmara. Parceiros de cooperação e outras autarquias recebiam uma chave da cidade, num ato simbólico público, como forma de referenciar confiança no território.

Política

Documentos oficiais

Todas a correspondência, detalhes dos registos de verbas, ofícios e outros documentos utilizados pelos colonialistas portugueses ao nível do distrito de Inhambane encontram-se bem conservados. Contêm muita informação, como por exemplo o pagamento dos impostos pelas comunidades, movimentos aduaneiros resultantes do uso do porto e boletins oficiais em campo de ação.

Política

O registo da visita presidencial

O Presidente da República de Portugal o general Francisco Higino Cravino Lopes, (1894 - 1964) visitou a colónia distrital de Inhambane em 1956. Depois do seu regresso a Portugal aumentou a presença de cidadãos portugueses e o comércio clandestino de escravos principalmente nas rotas de navegação marítima.

Política

Bombeiros

O número total de bombeiros que estiveram ao serviço português é incerto, mas está patente no museu um capacete do corpo de bombeiros com o símbolo da bandeira portuguesa. Os bombeiros prestavam serviços de socorro a vários campos, principalmente a classe burguesa que vivia dispersa com o objetivo de ocupar cada vez mais espaço.

Política

A marca colonial também no desporto

Os campeonatos recreativos de futebol estavam divididos por categorias. A seleção do distrito de Inhambane na década de 1960 ganhou uma das taças ao nível regional sul. A "Taça Velosa” foi atribuída aos concorrentes. Em Moçambique vários clubes de futebol mantiveram os nomes de clubes portugueses, como por exemplo Sporting ou Benfica.

Política

Imprensa de matriz colonial

Dois jornais marcaram o início da imprensa em Inhambane. Em 1914, Joaquim Augusto de Gouveia Pinto fundava o primeiro boletim informativo que tinha publicações quinzenais, com mais de 250 copias. Chamava-se “O districto d’Inhambane”. Depois José Flores fundou o “A Alvorada”, semanário republicano e democrático. Exemplares dos jornais eram enviados para vários distritos e às vezes para Portugal.

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Política | 25.05.2018

25 de Maio de 2018 - Noite

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Política | 25.05.2018

25 de Maio de 2018 - Manhã

Desporto

Estádio Lujniki, Moscovo

As cerimónias de abertura e encerramento do Mundial 2018 terão lugar neste estádio, assim como uma das semi-finais. A casa da seleção nacional russa tem capacidade para 81 mil pessoas. O Estádio Lujniki, que foi remodelado para o Mundial de Futebol, já recebeu a final de uma Liga dos Campeões e foi palco dos Jogos Olímpicos de Verão.

Desporto

Estádio de São Petersburgo

O recinto do Zenit de São Peterburgo acolhe 68 mil pessoas. Provavelmente estará com lotação esgotada quando receber uma das semi-finais e o jogo para o terceiro lugar. O estádio será também foco de atenções em partidas nas anteriores fases. A Taça das Confederações 2017 teve lugar também no Estádio de São Petersburgo.

Desporto

Arena Ecaterimburgo

Tem hoje um ar moderno, mas a Arena de Ecaterimburgo tem um longo passado. Construído em 1953, o estádio foi remodelado em 2018 a pensar no Campeonato do Mundo. Com capacidade para 35 mil pessoas, o estádio é a casa do FC Ural, da primeira divisão russa. Ecaterimburgo é a cidade mais a leste entre as anfitriãs do Mundial.

Desporto

Arena Rostov

Com capacidade para 45 mil espectadores, este foi um dos novos estádios construídos especificamente para o Campeonato do Mundo. Aqui vão jogar-se quatro partidas da fase de grupos e uma dos 16 avos de final. Depois do Mundial, a Arena Rostov continuará a ter vida: será a nova casa do FC Rostov.

Desporto

Arena Volgogrado

Este estádio foi construído no mesmo lugar do antigo Estádio Central de Volgogrado, próximo do rio Volga. Durante os jogos que irá acolher na fase de grupos, poderá receber 45 mil pessoas. Depois do Mundial da Rússia 2018, passará a ser o estádio do Rotor Volgogrado, atualmente na segunda divisão. A cidade de Volgogrado era conhecida como Estalinegrado.

Desporto

Estádio Níjni Novgorod

Também este estádio foi feito de raiz para o Mundial de Futebol. Vai receber jogos da fase de grupos, uma partida dos 16 avos de final e outra dos quartos de final. O Olimpiyets Níjni Novgorod, da segunda divisão russa, terá depois aqui o seu relvado principal. Mas as autoridades locais já anunciaram que o recinto, com 45 mil lugares sentados, poderá vir a ser utilizado para outros eventos.

Desporto

Estádio de Kaliningrado

Este é o único recinto do Campeonato do Mundo localizado num exclave do território russo. Kaliningrado fica localizado num território entre a Polónia e a Lituânia. Foi concebido propositadamente para o Mundial para receber no máximo 35 mil pessoas, e depois deverá será reduzido para se tornar no lar do Baltika Kaliningrado, da segunda divisão.

Desporto

Arena Mordóvia

O arquiteto alemão Tim Hupe projetou este novo estádio com 44 mil lugares que vai ser palco de encontros na fase de grupos. Depois do Mundial, o anel superior será desmantelado e o estádio vai ser entregue ao clube Mordóvia Saransk, da terceira divisão.

Desporto

Arena Samara

Este estádio, com capacidade para 44 mil lugares, foi construído para o Mundial de Futebol numa ilha a sul de Samara, onde não existia antes qualquer infraestrutura. É aqui que a seleção russa vai jogar o último desafio da fase de grupos. Uma partida dos 16 avos de final e outra dos quartos de final terão também lugar neste estádio, que será depois do Krylya Sovetov, equipa da segunda divisão.

Desporto

Estádio Spartak

Apesar de ter sido palco da Taça das Confederações, o Estádio Spartak, com 45 mil lugares, é apenas utilizado em quatro jogos da fase de grupos e numa partida das eliminatórias. Reaberta em 2014, a arena é casa do Spartak Moscovo. Apesar de ser um dos clubes mais conhecidos da Rússia, o Spartak teve de esperar muitos anos para ter o seu próprio estádio.

Desporto

Arena Kazan

Um dos palcos da Taça das Confederações vai albergar partidas dos quartos de final, de 16 avos e quatro jogos da fase de grupos do Mundial 2018. O Presidente russo, Vladimir Putin, colocou a primeira pedra do estádio, inaugurado em 2013, que tem atualmente 41.585 lugares. É o recinto do Rubin Kazan.

Desporto

Estádio Olímpico de Fisht

Com capacidade para 41.220 pessoas, este estádio foi construído para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014. Uma parte do telhado foi removida a pensar no Mundial de Futebol, em 2018. A bola vai rolar neste relvado em quatro jogos da fase de grupos, um dos 16 avos e outro dos quartos de final.

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Educação | 12.02.2018

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