Meio Ambiente

Tartarugas: nova atração do ecoturismo

Em São Tomé e Príncipe, a tartaruga marinha, cuja carne era muito consumida, passou a ser agora uma das maiores atrações turísticas do país. Os alemães, ingleses e portugueses estão na lista dos visitantes que procuram este atrativo enquadrado no capote do ecoturismo.

Meio Ambiente

2014: um ano de sofrimento para as tartarugas

Em 2014, foram capturadas 337 tartarugas em 15 quilómetros de praia em São Tomé e Príncipe. Para contornar este quadro negro, a organização não-governamental MARAPA apostou na sensibilização e alargou as equipas de monitorização.

Meio Ambiente

Uma nova era

Entre 2017 e 2018, foram capturadas 39 tartarugas em 23 quilómetros de praia. Uma redução significativa em comparação com o ano de 2014. A natureza, a população e o setor turístico agradecem.

Meio Ambiente

Sensibilização focada na educação

As tartarugas podem agora desovar sem a ameaça dos caçadores. É o resultado da campanha de sensibilização junto das comunidades e dos alunos do ensino primário, segundo a ONG MARAPA (MAR, Ambiente e Pesca Artesanal).

Meio Ambiente

Mudança de comportamento

As crianças residentes nas comunidades piscatórias foram instruídas a denunciar casos de captura de tartarugas marinhas. No arquipélago, quem for apanhado a caçar e a comercializar a carne deste animal é punido por lei. O pacote normativo entrou em vigor em 2017.

Meio Ambiente

Campanha "Mem di Omali"

"Men di Omali" é uma campanha levada a cabo nas ilhas de São Tomé e do Príncipe com vista a sensibilizar a população em geral para a proteção das tartarugas marinhas. Membros da sociedade civil, artistas e pescadores deram a cara, alertando para a necessidade de proteger o animal.

Meio Ambiente

Sensibilização no mar

Várias velas de canoas de pesca artesanal foram pintadas em diversas comunidades piscatórias pela ONG MARAPA, no quadro da campanha "Mem di Omali". As velas das canoas de madeira foram ilustradas com imagens de tartarugas, uma forma de chamar a atenção dos pescadores que capturam tartarugas no mar e nas praias.

Meio Ambiente

Fiscalização reforçada

Durante o período da desova, aumenta o número de tartarugas nas praias do norte e sul de São Tomé. Nesta altura, a ONG MARAPA, guardas e agentes policiais reforçam as patrulhas nas praias para dissuadir os caçadores.

Meio Ambiente

Reprodução das tartarugas marinhas

Uma vasta equipa de ativistas acompanha o ciclo de vida das tartarugas. No terreno, registam as espécies que mais abundam nas águas são-tomenses, recolhem os ovos e colocam nas incubadoras. Por outro lado, os ativistas têm também a missão de libertar os filhotes.

Meio Ambiente

Equilíbrio do ecossistema

Logo após nascerem, as tartarugas rumam para o alto-mar, onde atingem zonas de convergência de correntes - que formam grandes aglomerados de algas (principalmente sargaços) e matéria orgânica flutuante. Nestas áreas, que formam um verdadeiro ecossistema, os filhotes encontram alimento e proteção. Assim permanecem, por vários anos, migrando passivamente pelo oceano.

Meio Ambiente

Relações ecológicas

Segundo a ONG MARAPA, as tartarugas marinhas fazem parte de uma cadeia de relações ecológicas, fundamental para o desenvolvimento e sobrevivência de todo o ecossistema - que inclui as praias, as areias e os oceanos. Durante a sua longa existência, cada tartaruga marinha leva e traz toneladas de nutrientes e energia vital à sobrevivência de diversas formas de vida.

Meio Ambiente

Atração turística

"O turismo está a aumentar em São Tomé e Príncipe. Há uma grande diferença em relação a 2012. Todos os dias, temos muitos turistas. Em algumas noites, temos 20 pessoas que querem ver as tartarugas marinhas. Dividimos estas pessoas em diferentes grupos, para não termos um impacto negativo no animal," explica a portuguesa Sara Vieira, coordenadora do programa de proteção das tartarugas da MARAPA.

Assistir ao vídeo 01:47
Ao vivo agora
01:47 min
Economia | 17.06.2018

Angola: Marcha contra a criminalidade

Mais artigos sobre Angola

Assistir ao vídeo 01:05
Ao vivo agora
01:05 min
Sociedade | 27.05.2018

Luanda: Violência policial marca o 27 de maio

Mais artigos sobre Moçambique

Assistir ao vídeo 00:45
Ao vivo agora
00:45 min
Sociedade | 17.05.2018

Nádia Issufo volta aos ecrãs da STV

Mais artigos sobre África e o Mundo

Assistir ao vídeo 02:39
Ao vivo agora
02:39 min
Desporto | 15.06.2018

Racismo no futebol

"Raízes Africanas": artigos sobre a história de África

Assistir ao vídeo 01:39
Ao vivo agora
01:39 min
História | 15.06.2018

Margaret Ekpo: Exemplo da luta pelos direitos das mulheres

Direitos Humanos

Cidade do Cabo, África do Sul - Khayelitsha

O Global Media Forum (GMF) da DW é uma das maiores conferências de jornalismo na Alemanha. A edição de 2018 teve como lema "Desigualdades Globais". Um destaque foi a exposição "Unequal Scenes" ("Cenas Desiguais") de fotografias tiradas com drones pelo fotógrafo Johnny Miller, residente na Cidade do Cabo e fundador do projeto africanDRONE. Esta foto mostra o bairro pobre Kayelitsha à beira do mar.

Direitos Humanos

Cidade do Cabo, África do Sul - Dunoon

Dunoon é um bairro pobre (township) em Milnerton, Cidade do Cabo. Tem uma população de cerca de 31.000 pessoas, mas faltam infraestruturas como uma equadra da polícia. Já foi palco de protestos xenófobos. A imagem foi captada através de um drone (aparelho voador não-tripulado) do fotógrafo Johnny Miller.

Direitos Humanos

Cidade do Cabo, África do Sul - Wolwerivier

Wolwerivier é outro bairro da Cidade do Cabo. Neste caso, trata-se de um bairro temporário ("Temporary Relocation Area - TRA") administrada pelo município. Serve para albergar pessoas que tiveram que sair do centro por causa do aumento das rendas. Agora estão neste bairro isolado 25 kms do centro da cidade sem acesso a serviços como escolas, hospitais e empregos.

Direitos Humanos

Johannesburgo, África do Sul - Makause

No bairro informal de Makause residem cerca de 15.000 pessoas. Fica em Primrose, Germiston no East Rand (Ekurhuleni Metropolitan Municipality) na área metropolitana de Johanesburgo, maior cidade da África do Sul. A África do Sul é um dos países do mundo com maior fosso entre ricos e pobres, legado do regime segregacionista. Mais de 25 anos depois do fim do apartheid, ainda se vê a divisão do ar.

Direitos Humanos

Durban, África do Sul - Papwa Sewgolum Golf Course

O campo de golfe "Papwa Sewgolum Golf Course" está localizado nas margens verdes do Rio Umgeni em Durban, na África do Sul. Existe um bairro informal poucos metros do buraco número seis do campo de golf. Uma barreira de betão separa o relvado cuidadosamente cuidado do bairro de lata.

Direitos Humanos

Nairobi, Quénia - Loresho/Kawangare

Para além da África do Sul, outros países africanos mostram os mesmos sinais de separação em bairros ricos e bairros pobres como neste caso de Loresho e Kawangare, na periferia de Nairobi. Ambos ficam no nordeste da capital do Quénia.

Direitos Humanos

Mumbai, Índia - Slums

Na cidade indiana de Bombaim, oficalmente conhecida como Mumbai, o contraste entre os vários bairros até se vê pelas diferentes cores. A região metropolitana é a segunda maior do país, atrás de Grande Deli. Bombaim também é caraterizada pela convivência de ricos e pobres em espaços pequenos, já que a sua posição geográfica em ilhas limita a expansão urbana.

Direitos Humanos

Cidade do México, México - Santa Fé

A Cidade do México é considerada uma das maiores do mundo. Neste caso, o drone captou a imagem do bairro de Santa Fé, onde agentes imobiliários começaram a erguer um bairro exclusivo e próspero dentro de uma zona tradicionalmente pobre.

Direitos Humanos

Detroit, EUA - Highland Park

As desigualdades também são visíveis em países do norte, como neste caso de Detroit, nos Estados Unidos da América (EUA). Quem quiser ver mais imagens de drones do fotógrafo Johnny Miller, pode visitar o site: http://www.unequalscenes.com/

Ouvir as últimas emissões da DW África

Ouvir o áudio 20:00
Ao vivo agora
20:00 min
Economia | 19.06.2018

19 de Junho de 2018 - Manhã

Ouvir o áudio 20:00
Ao vivo agora
20:00 min
Política | 18.06.2018

18 de Junho de 2018 - Noite

Desporto

Estádio Lujniki, Moscovo

As cerimónias de abertura e encerramento do Mundial 2018 terão lugar neste estádio, assim como uma das semi-finais. A casa da seleção nacional russa tem capacidade para 81 mil pessoas. O Estádio Lujniki, que foi remodelado para o Mundial de Futebol, já recebeu a final de uma Liga dos Campeões e foi palco dos Jogos Olímpicos de Verão.

Desporto

Estádio de São Petersburgo

O recinto do Zenit de São Peterburgo acolhe 68 mil pessoas. Provavelmente estará com lotação esgotada quando receber uma das semi-finais e o jogo para o terceiro lugar. O estádio será também foco de atenções em partidas nas anteriores fases. A Taça das Confederações 2017 teve lugar também no Estádio de São Petersburgo.

Desporto

Arena Ecaterimburgo

Tem hoje um ar moderno, mas a Arena de Ecaterimburgo tem um longo passado. Construído em 1953, o estádio foi remodelado em 2018 a pensar no Campeonato do Mundo. Com capacidade para 35 mil pessoas, o estádio é a casa do FC Ural, da primeira divisão russa. Ecaterimburgo é a cidade mais a leste entre as anfitriãs do Mundial.

Desporto

Arena Rostov

Com capacidade para 45 mil espectadores, este foi um dos novos estádios construídos especificamente para o Campeonato do Mundo. Aqui vão jogar-se quatro partidas da fase de grupos e uma dos 16 avos de final. Depois do Mundial, a Arena Rostov continuará a ter vida: será a nova casa do FC Rostov.

Desporto

Arena Volgogrado

Este estádio foi construído no mesmo lugar do antigo Estádio Central de Volgogrado, próximo do rio Volga. Durante os jogos que irá acolher na fase de grupos, poderá receber 45 mil pessoas. Depois do Mundial da Rússia 2018, passará a ser o estádio do Rotor Volgogrado, atualmente na segunda divisão. A cidade de Volgogrado era conhecida como Estalinegrado.

Desporto

Estádio Níjni Novgorod

Também este estádio foi feito de raiz para o Mundial de Futebol. Vai receber jogos da fase de grupos, uma partida dos 16 avos de final e outra dos quartos de final. O Olimpiyets Níjni Novgorod, da segunda divisão russa, terá depois aqui o seu relvado principal. Mas as autoridades locais já anunciaram que o recinto, com 45 mil lugares sentados, poderá vir a ser utilizado para outros eventos.

Desporto

Estádio de Kaliningrado

Este é o único recinto do Campeonato do Mundo localizado num exclave do território russo. Kaliningrado fica localizado num território entre a Polónia e a Lituânia. Foi concebido propositadamente para o Mundial para receber no máximo 35 mil pessoas, e depois deverá será reduzido para se tornar no lar do Baltika Kaliningrado, da segunda divisão.

Desporto

Arena Mordóvia

O arquiteto alemão Tim Hupe projetou este novo estádio com 44 mil lugares que vai ser palco de encontros na fase de grupos. Depois do Mundial, o anel superior será desmantelado e o estádio vai ser entregue ao clube Mordóvia Saransk, da terceira divisão.

Desporto

Arena Samara

Este estádio, com capacidade para 44 mil lugares, foi construído para o Mundial de Futebol numa ilha a sul de Samara, onde não existia antes qualquer infraestrutura. É aqui que a seleção russa vai jogar o último desafio da fase de grupos. Uma partida dos 16 avos de final e outra dos quartos de final terão também lugar neste estádio, que será depois do Krylya Sovetov, equipa da segunda divisão.

Desporto

Estádio Spartak

Apesar de ter sido palco da Taça das Confederações, o Estádio Spartak, com 45 mil lugares, é apenas utilizado em quatro jogos da fase de grupos e numa partida das eliminatórias. Reaberta em 2014, a arena é casa do Spartak Moscovo. Apesar de ser um dos clubes mais conhecidos da Rússia, o Spartak teve de esperar muitos anos para ter o seu próprio estádio.

Desporto

Arena Kazan

Um dos palcos da Taça das Confederações vai albergar partidas dos quartos de final, de 16 avos e quatro jogos da fase de grupos do Mundial 2018. O Presidente russo, Vladimir Putin, colocou a primeira pedra do estádio, inaugurado em 2013, que tem atualmente 41.585 lugares. É o recinto do Rubin Kazan.

Desporto

Estádio Olímpico de Fisht

Com capacidade para 41.220 pessoas, este estádio foi construído para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014. Uma parte do telhado foi removida a pensar no Mundial de Futebol, em 2018. A bola vai rolar neste relvado em quatro jogos da fase de grupos, um dos 16 avos e outro dos quartos de final.

Assistir ao vídeo 02:58
Ao vivo agora
02:58 min
Educação | 12.02.2018

Learning by Ear faz 10 anos

Albanian Shqip

Amharic አማርኛ

Arabic العربية

Bengali বাংলা

Bosnian B/H/S

Bulgarian Български

Chinese (Simplified) 简

Chinese (Traditional) 繁

Croatian Hrvatski

Dari دری

English English

French Français

German Deutsch

Greek Ελληνικά

Hausa Hausa

Hindi हिन्दी

Indonesian Indonesia

Kiswahili Kiswahili

Macedonian Македонски

Pashto پښتو

Persian فارسی

Polish Polski

Portuguese Português para África

Portuguese Português do Brasil

Romanian Română

Russian Русский

Serbian Српски/Srpski

Spanish Español

Turkish Türkçe

Ukrainian Українська

Urdu اردو