Guiné-Bissau

Presidente da Guiné-Bissau afirma que não vai demitir Governo

"Se o Parlamento não der abertura para que o programa do Governo seja votado, então não derrubarei este Governo", afirmou José Mário Vaz num comício popular em Bissau, esta quinta-feira (18.05.).

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O Presidente da República guineense quer que o plano de ação do Governo de Umaro Sissoco Embaló seja apreciado na Assembleia Nacional Popular.

"Abram o Parlamento para que se saiba quem tem a maioria", afirmou José Mário Vaz. O chefe de Estado garantiu que, com a sua presidência e com o atual Executivo, a Guiné-Bissau "vai para frente".

José Mário Vaz respondeu assim à comunidade internacional, que tinha apelado à nomeação de um novo Governo com um primeiro-ministro de consenso.

Guinea-Bissau Umaro Sissoco und José Mário Vaz

Primeiro-ministro Umaro Sissoco (dir.) e Presidente José Mário Vaz

Impasse continua

O Parlamento guineense está bloqueado há cerca de um ano. Na origem do impasse estão divergências entre os dois principais partidos, o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e o Partido da Renovação Social (PRS).

A Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) estipulou o dia 25 de maio como data limite para que os atores políticos guineenses cumpram com o Acordo de Conacri, sob pena de impôr sanções. 

No entendimento, firmado em Conacri, em outubro de 2016, os dirigentes políticos da Guiné-Bissau concordaram em nomear um primeiro-ministro de consenso, a definir, para liderar um novo Governo até ao final da legislatura. Mas a nomeação de Umaro Sissoco Embaló gerou forte contestação na classe política. O PAIGC exige a nomeação de Augusto Olivais para o cargo de primeiro-ministro.

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