Conheça os destinos turísticos mais famosos da Alemanha | DW

Vista do alto

A torre "Fernsehturm", com seus 368 metros de alturam é a estrutura mais alta da Alemanha. Em um dia claro, a plataforma de observação oferece visibilidade de até 40 quilômetros. Acima da plataforma, fica o restaurante giratório, que realiza uma rotação a cada 30 minutos.

Um lugar feliz

Em 1989, quando o Muro de Berlim caiu, artistas de todo o mundo pintaram sobre a barricada de concreto cinza. A East Side Gallery é até hoje a mais longa galeria ao ar livre do mundo. A arte criada espontaneamente ainda reflete a alegria que se espalhou por toda a Berlim com a queda do Muro.

Museus e galerias

Rodeada pelo rio Spree, a Ilha dos Museus foi nomeada Patrimônio Mundial pela Unesco em 1999. Lá, é possível admirar tesouros artístico de todo o mundo, como um busto da rainha egípcia Nefertiti e o Altar de Pérgamo, construído entre 160 e 180 a.C. em homenagem a Zeus, o reio do Olimpo. Berlim tem ainda outros 175 museus e cerca de 300 galerias de arte.

Diversidade cultural

Cosmopolita, ricamente colorida e com um entusiasmo pela vida — assim Berlim apresenta-se durante o festival Carnaval das Culturas. Cerca de 180 nacionalidades chamam a cidade de casa. E todo o mês de maio eles — recém-chegados e berlinenses estabelecidos — celebram o que é, provavelmente, a melhor festa de rua da cidade.

Em constante mutação

Desde a Reunificação, em 1990, os guindastes não param: a Potsdamer Platz foi reconstruída, o Reichstag (prédio do Parlamento alemão) ganhou uma cúpula e o quarteirão do governo foi construído. O Palácio de Berlim, que deverá ser concluído em 2019, está lentamente tomando forma. Ninguém sabe ainda, porém, se o novo - e muito atrasado - aeroporto de Schönefeld estará aberto até lá.

Tapete vermelho

Em fevereiro, Berlim estende o tapete vermelho para receber estrelas do cinema. Desde 1951, o Festival Internacional de Cinema de Berlim, conhecido como Berlinale, é um dos principais do mundo. Estrelas do cinema amam a cidade, mesmo em outras épocas do ano, como Arnold Schwarzenegger e Emilia Clarke, que estiveram na capital para a estreia do mais recente "Exterminador do Futuro".

Memória preservada

O Memorial do Holocausto, composto por 2.711 placas de concreto para lembrar os seis milhões de judeus europeus mortos pela Alemanha nazista, é o memorial mais visitado de Berlim. Outros monumentos incluem os dedicados às Forças Aliadas que libertaram a cidade no final da Segunda Guerra Mundial, aos que morreram tentando escapar pelo muro e aos herois da força aérea de Berlim.

Parques e jardins

Há mais de 2.500 parques em Berlim, mas o "New York Times" nomeou, recentemente, o pequeno "Prinzessinnengarten" como um dos mais belos espaços verdes da cidade. Esse antigo terreno baldio no bairro de Kreuzberg foi transformado em um jardim orgânico, em que mais de 500 tipos de vegetais são cultivados por centenas de voluntários locais.

Vida noturna

A vida noturna de Berlim, conhecida como uma das mais excitantes do mundo, oferece diversão para todos os gostos, do indie rock ao hip hop e house. Alguns dos melhores DJs do mundo tocam em clubes como Berghain e Watergate. Muitas pessoas vão a Berlim só para isso — elas chegam à cidade na sexta-feira à noite e passam o fim de semana inteiro na balada antes de voltarem para casa.

Capital canina

Cerca de 100 mil cães vivem na cidade, fazendo de Berlim a capital canina da Alemanha. Mas quando os berlinenses dizem que "ladram, mas não mordem", eles estão se referindo a eles próprios. Os moradores são conhecidos por não serem muito simpáticos: "Berliner Schnauze", o termo em alemão para focinho, é usado para caracterizar a rispidez no trato considerada típica do berlinense.

Esporte

Música na prefeitura

Quem visita Munique não pode deixar de passear pelo centro da cidade e conhecer o prédio da prefeitura na praça Marienplatz. De duas a três vezes por dia, dependendo da época do ano, os turistas se reúnem diante do prédio neogótico para ouvir música e assistir ao pequeno show no maior carrilhão da Alemanha, com 43 sinos e 32 figuras animadas, tudo movido a energia solar.

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Cervejaria Hofbräuhaus

A poucos minutos da prefeitura, fica a famosa cervejaria Hofbräuhaus. Ela foi construída há mais de 400 anos por ordem do duque da Baviera, que queria uma cervejaria que fabricasse cerveja de trigo. Hoje, funciona ali um restaurante com música ao vivo. A atração turística obrigatória chega a receber 30 mil visitantes por dia.

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Jardim Inglês

Um dos maiores parques urbanos do mundo, com quase 400 ha, o Englischer Garten (Jardim Inglês) atrai o ano inteiro visitantes de todos os lugares, gostos e culturas. No verão, os gramados ficam lotados, seja para praticar esportes ou apenas curtir o sol. Na cervejaria ao ar livre e na Torre Chinesa são oferecidas especialidades típicas, como "Haxn" e "Hendl" (Pernil de porco e frango assados).

Esporte

Surfar em Munique

O riacho Eisbach faz jus ao nome (Eis significa gelo em alemão). A água é fria mesmo no verão. Mas isso não é obstáculo para os surfistas. A temporada de surfe no riacho que passa pelo Jardim Inglês começa no final de maio.

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Palácio Münchner Residenz

Claro que opulência não poderia faltar em Munique. Por mais de 400 anos, o palácio Münchner Residenz serviu de moradia aos duques, príncipes e reis da Baviera. Desde 1920, está aberto à visitação pública. O salão renascentista foi construído no século 16 por ordem do duque Albrecht 1º, para abrigar sua coleção de esculturas da Antiguidade.

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Palácio Nymphenburg

Este palácio barroco foi construído a mando do príncipe eleitor Ferdinand Maria, em 1664, como presente para sua esposa. Por um longo tempo, ele serviu como residência de verão da família de nobres Wittelsbach. Hoje em dia, mais de 300 mil pessoas visitam o palácio e seu belo parque a cada ano.

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Pinacotecas

As Pinacotecas Estatais da Baviera reúnem obras que vão do século 14 até a arte contemporânea, espalhadas nos três principais museus de arte de Munique: Alte Pinakothek (Velha Pinacoteca), Neue Pinakothek (Nova Pinacoteca) e Pinakothek der Moderne (Pinacoteca Moderna). Na Velha Pinacoteca, há 700 itens da Idade Média até meados do século 18, incluindo obras de Dürer, Raffael e Rembrand.

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Manter a tradição

Os moradores de Munique adoram suas tradições. Por isso, em qualquer época do ano, seja em festas ou no dia a dia, usam o Dirndl (vestido típico) ou a Lederhose (calça de couro). Há muitas associações que se dedicam à manutenção dessa tradição. Elas promovem, por exemplo, o Kocherlball, baile com trajes típicos que acontece junto à Torre Chinesa no verão europeu.

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Oktoberfest, em setembro

A maior festa popular do mundo tem mais de 200 anos e foi copiada em vários países. Com desfiles, muita música, cerveja e um enorme parque de diversões, esta festa que originalmente comemorava o casamento do rei Ludwig 1º com a princesa Therese von Sachsen-Hildburghaus atrai a cada ano 6 milhões de visitantes. Dizem que começa em setembro para evitar o tradicional mau tempo em Munique em outubro.

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Alegria de viver

Há coisas que não se consegue guardar em fotos. Como essa, que torna Munique tão peculiar. O charme da cidade é refletido na "Lebensgefühl", a alegria de viver dos seus moradores. Por isso, para encerrar este passeio, resta dizer: "Minga, I mog Di!" (Munique, gosto de você!)

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Importância da água

Navios trafegam noite e dia pelo rio Elba, entre o Mar do Norte e o porto de Hamburgo. O barulho dos motores e das gaivotas acompanham os esportistas na praia. O porto de Hamburgo, um dos maiores da Europa, fica apenas atrás do de Roterdã, na Holanda. São mais de 800 anos de história. Praias, cais, ancoradouros, cargueiros gigantescos e navios-museus dão um ar marítimo singular à cidade.

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Novo símbolo arquitetônico

Hamburgo está recebendo um novo símbolo. Construída sobre um antigo depósito de cacau, a moderna construção em vidro da Filarmônica do Elba (Elbphilarmonie) terá 110 metros de altura. A sala de concertos deverá ser inaugurada em janeiro de 2017.

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Passar por debaixo do rio

Para atravessar o Elba mais rápido, em 1911 foi inaugurado um túnel por debaixo do rio, uma verdadeira sensação para a época. Elevadores transportam carros, pedestres e bicicletas para o nível da rua. Apenas quem passa de carro pelos tubos de 426,5 metros de comprimento paga uma taxa.

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Novo bairro Hafen City

Na antiga área do porto às margens do Elba é implementado um dos maiores projetos de desenvolvimento urbano na Europa. O quarteirão antes esquecido está recebendo prédios sustentáveis e projetos grandiosos, como a Filarmônica do Elba. A área reestruturada poderá abrigar mais de 10 mil moradores a partir de 2025. A torre de metal de cor laranja foi inspirada em guindastes portuários e periscópios.

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Cidade das pontes

Ninguém sabe exatamente quantas pontes há em Hamburgo. A estatística oficial diz que são 2.500. Ou seja, mais do que em Veneza, Amsterdã ou Londres. Depois do grande incêndio de 1842, muitas pontes de madeira tiveram de ser substituídas. E, com o crescimento da área portuária, seguiram-se mais pontes de ferro e aço sobre os rios Elba e Alster, seus canais e também no bairro Speicherstadt.

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Antigo bairro dos armazéns

O complexo de armazéns Speicherstadt foi inaugurado em 1888. Antes disso, Hamburgo havia recebido um porto livre, onde a armazenagem e o processamento de produtos eram isentos de taxas. Assim surgiu o maior complexo de armazéns do mundo. Ainda hoje permanecem ali os aromas de café, chás e especiarias. Em 2015, o Speicherstadt foi reconhecido como patrimônio mundial pela Unesco.

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Mensageiros da primavera

A cidade de Hamburgo é proprietária de mais de cem cisnes. Há inclusive um cuidador oficial, que desde 1674 é responsável por retirar as aves do seu abrigo de inverno. Com a posse do elegante cisne branco, na realidade um privilégio dos reis, a cidade antigamente demonstrava sua soberania. Ainda hoje, Hamburgo é uma das cidades-estado da Alemanha.

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Noite agitada

A vida noturna de Hamburgo acontece na Reeperbahn, que é comparada à Red Light District de Amsterdã. O bairro St. Pauli concentra bares, restaurantes, teatros, sex shops e clubes eróticos. Nos anos 1960, artistas e músicos descobriram o charme empoeirado do bairro. No legendário Star-Club, os Beatles conquistaram o público alemão e iniciaram a carreira de sucesso.

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Torres que parecem dançar

Na rua Reeperbahn, número 1, há dois prédios que, pela sua arquitetura, parecem um par dançando. Nos andares superiores dos prédios de 105 metros de altura há um restaurante e um bar. Do terraço, há uma magnífica vista para a área portuária.

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Feira do peixe

O mercado do peixe (Fischmarkt) em Altona atrai milhares de visitantes a cada domingo. A feira é famosa não só pelos gritos dos vendedores ou pela oferta de peixes. Lá se podem comprar outros produtos frescos e tomar o café da manhã ao som de música ao vivo.

O melhor do enxaimel

Ainda existem 400 mil casas em estilo enxaimel em Hessen. Há muito empenho para mantê-las. As fachadas refletem o talento dos artesãos medievais em fazer construções sustentáveis com madeira e barro. Em algumas casas em enxaimel, como a Gildenhaus na praça central de Fritzlar, os turistas podem até pernoitar.

Rota dos contos dos irmãos Grimm

Jacob e Wilhelm Grimm são conhecidos em todo o mundo pelos seus 86 contos, entre eles "Chapeuzinho Vermelho" e "A Bela Adormecida". Eles nasceram em Hanau e estudaram em Marburg. Na cidade de Kassel, eles estabeleceram as bases da germanística, ao começar as compilações da gramática e de um dicionário alemães.

Paisagens para admirar

No parque natural Kellerwald-Edersee fica uma das maiores represas da Alemanha. Seu lago, o Edersee, tem 27 quilômetros de extensão. No sul de Hessen, fica a serra com floresta Odenwald. No oeste, a cordilheira do Taunus, e, no leste, o sistema de montanhas Rhön, com a montanha mais alta do estado: a Wasserkuppe, que tem 950 metros de altitude.

Arte para todos

A Documenta, a mais importante exposição de arte contemporânea do mundo, acontece a cada cinco anos em Kassel. Em cada edição, a cidade adquire algumas das obras expostas, como esta escultura de bronze com um bloco de granito. A árvore artificial de Giuseppe Penone fica no Karlsaue, um dos mais belos parques urbanos da Alemanha.

Parque de montanha Wilhelmshöhe

O declive natural faz correr a água no parque de montanha Wilhelmshöhe de Kassel, que em 2013 se tornou Patrimônio Mundial da Unesco. A atração turística reúne paisagismo e arquitetura de diferentes épocas em mais de dois quilômetros quadrados. O parque concebido no século 18 é conhecido principalmente por suas fontes de água. O complexo sistema hidráulico alimenta fontes, cascatas e um lago.

Palco em ruínas

A abadia de Bad Hersfeld é a maior ruína de igreja românica do mundo. A cada verão europeu, ela é palco de um festival. O arquiteto Frei Otto, que projetou o telhado do estádio olímpico de Munique, criou um teto móvel para as ruínas. Ele pode ser aberto em poucos minutos, para proteger até 1.600 pessoas da chuva.

Casamento Art Nouveau

Na colina Mathildenhöhe, em Darmstadt, fica o prédio chamado Hochzeitsturm (torre do casamento), que aponta como uma mão para o céu. Em 1900, criou-se aqui uma colônia de artistas que tornou conhecido no país o estilo Jugendstil, o Art Nouveau alemão. O marco da cidade de Darmstadt é dedicado ao mecenas e grão-duque Ernst Ludwig de Hessen. Aqui acontecem 500 cerimônias de casamento por ano.

Bem-estar com estilo

Desde o século 19, Wiesbaden, a capital de Hessen, é famosa pelas suas fontes de águas termais e minerais. Antigamente, foram acima de tudo nobres russos que aproveitaram o centro termal com a mais longa colunata da Europa. Uma testemunha desses tempos é a igreja russa no monte Neroberg, em Wiesbaden.

Acervo digitalizado

O Museu Städel, de Frankfurt, celebrou ano passado seus 200 anos. Para marcar o evento, disponibilizou um acervo digital com 700 obras. Entre elas, o quadro "Goethe na campanha romana".

Panorâmica de Frankfurt

Frankfurt, o centro financeiro da Alemanha, é a maior cidade de Hessen. Mais de 500 prédios têm mais de 60 metros de altura, algo raro na Alemanha. Fora do centro, no leste da cidade, fica o edifício do Banco Central Europeu, com 185 metros de altura. Alguns o consideram um monolito. Para outros, é um elemento imprescindível na vista panorâmica de Frankfurt.

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Panorama inspirador

A ponte, o centro histórico, o castelo – esse panorama fascinou poetas, pintores e filósofos. Já o grande Johann Wolfgang Goethe escreveu há mais de 200 anos: "A cidade, com sua localização e todo seu entorno é, pode-se dizer, algo perfeito."

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Ponte antiga

A ponte antiga é um dos símbolos da cidade. Já em 1284 havia neste local sobre o rio Neckar uma ponte de madeira, mas que era regularmente destruída pelas enchentes. Apenas em 1788 foi construída a ponte de pedras, ligando o centro histórico às margens do rio, do outro lado.

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Ruínas famosas

Sobre o centro histórico se elevam as ruínas do castelo destruído no século 17 por tropas francesas. Justamente esta aura mista de pompa e finitude dá charme ao lugar até hoje.

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Cenários românticos

O castelo de Heidelberg é indiscutivelmente a principal atração da cidade. Alguns salões restaurados durante a reforma feita no século 19 podem ser visitados. Mas também as ruínas são uma atração interessante para os milhões de turistas do mundo todo.

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Centro histórico

A planta do centro histórico remonta à Idade Média, e a maioria das fachadas ainda é da era barroca. Há muitos pequenos cafés, restaurantes e lojas voltadas para o turismo. Especialmente os visitantes dos Estados Unidos e do Japão amam esta cidade de contos de fadas.

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Digníssima universidade

"Sempre aberta" é o lema da Universidade de Heidelberg, fundada em 1386 e, portanto, a mais antiga da Alemanha. Hegel, Bunsen, Habermas – filósofos e cientistas famosos se formaram aqui. E alguns estudantes nem sempre eram bem comportados...

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Cadeia para estudantes

"Distúrbios noturnos" causados por universitários bêbados ou brigões davam até quatro semanas de detenção. A peculiaridade é que eles podiam assistir às aulas, mas depois tinham que retornar à "cadeia para estudantes", onde muitos deixavam suas marcas.

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Cidade da leitura

Grandes pensadores escreveram poesias e livros inteiros sobre Heidelberg. Goethe, Eichendorff, Hölderlin, Jean Paul, Mark Twain: todos estiveram aqui. E ainda hoje a cidade se destaca pelos seus escritores. O ponto alto é o festival de literatura, que acontece todos os anos. Por isso, desde 2014, Heidelberg é considerada pela Unesco a Cidade da Literatura na Alemanha.

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Atração na ponte

Já no século 15 se falava de um macaco na antiga ponte de Heidelberg. A figura de bronze colocada ali em 1979 logo virou atração turística. Dizem que quem toca na figura algum dia voltará à cidade.

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Show de luzes

O show de fogos em meados do ano atrai milhares de visitantes. Já várias horas antes do começo do espetáculo, as pessoas ocupam os gramados ao longo do rio. E quando o castelo é iluminado pelos fogos de artifício, a cidade faz jus à imagem de destino favorito dos românticos.

A ópera

Leipzig tem uma das mais antigas casas públicas de ópera na Europa. O primeiro prédio da casa de espetáculos foi construído no século 17. O de hoje, na bem localizada praça Augustusplatz, data dos anos 1950. Na lista dos grandes regentes que atuaram nela, aparecem Artur Seidl, Arthur Nikisch e Gustav Mahler.

Sala de concertos Gewandhaus

Esta casa abriga a maior orquestra profissional do mundo, criada em 1781 e hoje com 175 músicos. O prédio original da Gewandhaus ficou completamente destruído na Segunda Guerra Mundial, e o novo foi inaugurado em 1981. A enorme pintura no teto de seu foyer é iluminada à noite, podendo ser vista através da fachada de vidro.

Paulinum

Até 1968 ficava aqui a igreja Paulinerkirche, das freiras paulinas, datada do século 13. O prédio da igreja universitária mais antiga da Alemanha foi implodido pelo regime socialista alemão-oriental, a fim de ampliar o campus da universidade. A reconstrução da igreja, iniciada após a reunificação alemã, deve ficar pronta em 2014.

Igreja Nikolaikirche

A Igreja de São Nicolau, no centro da cidade, ficou famosa em 1989 por ter sido palco dos "protestos das segundas-feiras". Os alemães-orientais insatisfeitos com seu regime se reuniam todas as semanas para rezar e depois saíam em passeata pelas ruas de Leipzig. Essa revolução pacífica marcou o início do fim da Alemanha Oriental. A história é lembrada por um pilar branco na frente da igreja.

Restaurante Auerbach

Graças ao poeta Johann Wolfgang von Goethe, o restaurante Auerbachs Keller é conhecido em todo mundo. Durante seu tempo de estudo em Leipzig, Goethe frequentava o local, ao qual dedicou uma cena de "Fausto", a obra da literatura alemã mais citada no mundo.

Prefeitura antiga

A prefeitura antiga (Altes Rathaus) é um dos prédios mais importantes do Renascimento alemão. Desde que a administração municipal se mudou para outro prédio no início do século 20, fica aqui o Museu de História da Cidade, com o único retrato autêntico de Johann Sebastian Bach.

Igreja Thomaskirche

Um dos principais locais de atuação do compositor Johann Sebastian Bach foi a Igreja de São Tomás. Aqui ele dirigiu, a partir de 1723, o Thomanerchor, um dos coros de meninos mais antigos da Alemanha. Ao longo dos séculos, a igreja foi restaurada várias vezes. Em 1539, o reformador Martinho Lutero pregou aqui.

Parque Clara Zetkin

Os parques e espaços verdes de Leipzig, como o parque Clara Zetkin, convidam a relaxar. Daqui se pode ver o prédio mais alto da cidade, a City Hochhaus. Também são populares os lagos dentro e fora do perímetro urbano, conectados através de ciclovias.

Parque zoológico

O Jardim Zoológico de Leipzig abriga mais de 800 espécies, numa área de 26 hectares. Ele é um dos zoológicos europeus de maior diversidade. Uma das atrações é o pavilhão Gondwanaland, que reproduz a atmosfera das florestas tropicais da África, Ásia e América do Sul.

Parque de exposições

Leipzig, que em 2015 comemora 850 anos, é um dos mais antigos centros de feiras do mundo. Por ela marcar o encontro de duas importantes rotas comerciais da Europa medieval, a Via Regia e a Via Imperii, o comércio florescia na cidade já na Idade Média. Hoje, um de seus principais eventos é a Feira do Livro de Leipzig.

Monumento à Batalha dos Povos

O Monumento à Batalha dos Povos lembra a vitória das tropas da Prússia, Áustria, Rússia e Suécia sobre Napoleão, em 1813. Com 91 metros de altura, ele foi inaugurado 100 anos mais tarde. Imponente marco visual da cidade, o monumento pode ser também visitado por dentro.

Arquitetura preservada

Na Segunda Guerra Mundial, Leipzig sofreu menos destruição do que outras cidades alemãs. Muitos prédios históricos do século 19 ficaram preservados, como estes na rua Gottschedstrasse. O Waldstrassenviertel é hoje um dos maiores bairros contíguos europeus da chamada "Gründerzeit", de meados ao fim do século 19.

Fachadas coloridas

A arte mural de Michael Fischer-Art pode ser admirada na fachada de vários edifícios na cidade – como aqui, na rua Karl Liebknecht. Este bairro, repleto de bares e pubs, é muito apreciado pelo meio universitário.

Plagwitz

O bairro de Plagwitz, na zona oeste de Leipzig, por muito tempo foi dominado pela indústria. Os edifícios antigos, nos quais quase não se investia nos tempos da Alemanha Oriental, estavam ameaçados de ruir. Após a reunificação alemã, artistas e outras cabeças criativas ocuparam o local e tornando-o mais vivo e colorido.

Velha fábrica reaproveitada

A antiga fábrica de algodão transformou-se no centro da cena artística de Leipzig. No antigo complexo industrial, artistas como Neo Rauch abriram seus ateliês. Ali há também escritórios de arquitetura, oficinas, espaços para exposições e um teatro temporário.

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