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O encanto de cidades pequenas

(lk)5 de fevereiro de 2005

As metrópoles alemãs impressionam pela ampla oferta de arte e cultura. Mas muitas cidades de menor porte também abrigam verdadeiros tesouros.

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Vista de Meissen com o castelo AlbrechtsburgFoto: transit-Archiv

Centros históricos belíssimos com ruelas tortuosas e pracinhas acolhedoras, castelos pitorescos e velhas prefeituras, restaurantes aconchegantes e museus interessantes: muitas cidades alemãs de pequeno porte oferecem essas atrações concentradas num pequeno espaço, sendo assim destinos ideais para passeios de apenas um dia ou por um fim de semana.

Comecemos com um exemplo do norte, no Estado de Schleswig-Holstein, não distante da fronteira com a Dinamarca. A cidade de Schleswig tem uma situação privilegiada em Schlei, uma baía do Mar Báltico recortada por cursos d'água.

A história da cidade de 25 mil habitantes está estreitamente ligada à do antigo assentamento viquingue Haithabu, que chegou a ser um dos mais importantes centros de comércio no Norte da Europa. Uma visita ao Museu Viquingue Haithabu proporciona ao visitante conhecimentos interessantes sobre a vida doméstica, vestuário e alimentação dos habitantes, as construções e a defesa do antigo povoado.

Cidade do ouro branco

Meissen Markt und Rathaus
Prefeitura de MeissenFoto: transit-Archiv

Situada no pitoresco Vale do Elba, a milenar Meissen, na Saxônia, atrai muitos visitantes. A cidade é conhecida em todo o mundo graças à sua manufatura e porcelana. O centro histórico fica aos pés do monte encimado pelo imponente castelo Albrechtsburg, em estilo gótico tardio.

Claro que um passeio à cidade deve incluir sem falta uma visita à fábrica de porcelana. A empresa oferece regularmente visitas guiadas, nas quais se fica conhecendo todas as fases de produção do valioso e frágil produto.

Cidade à beira do rio

Fundada há 867 anos, a cidadezinha bávara de Wasserburg am Inn, com seu centro histórico situado numa península banhada pelo Rio Inn, chegada às manchetes internacionais graças a uma outra arte. O pintor Günter Dietz (1919–1995) era tido em vida como um dos mais hábeis falsificadores de arte do mundo. Sua habilidade na reprodução de obras de arte era impressionante. Artistas de renome, como Joan Miró e Friedensreich Hundertwasser, encomendaram a ele cópias de suas obras. Muitas de suas reproduções podem ser vistas no Museu Imaginário de Wasserburg.