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Política | 20.09.2017

Racismo na campanha eleitoral alemã

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Política | 20.09.2017

O voto de moçambicanos e angolanos na Alemanha

Chefes de Governo da Alemanha: de Adenauer a Merkel

Konrad Adenauer (CDU), 1949-1963

A eleição de Konrad Adenauer do partido democrata-cristão CDU como primeiro chefe de Governo da Alemanha, em 15 de setembro de 1949, marcou o início de um longo processo de reestruturação política no país. Reeleito em 1953, 1957 e 1961, renunciou ao cargo apenas aos 87 anos de idade, em 1963. Fortaleceu a aliança com os Estados Unidos da América. Na foto: no seu escritório em Bona.

Chefes de Governo da Alemanha: de Adenauer a Merkel

Ludwig Erhard (CDU), 1963-1966

O segundo chanceler da Alemanha também pertenceu à CDU, mas esteve apenas três anos no Governo. Erhard renunciou devido ao rompimento da coligação com o partido liberal FDP. Mesmo assim, participou de forma ativa da reforma monetária alemã do pós-guerra. O fumador convicto ficou famoso como "pai" da economia social de mercado ("Soziale Marktwirtschaft") e do milagre económico alemão.

Chefes de Governo da Alemanha: de Adenauer a Merkel

Kurt Georg Kiesinger (CDU), 1966-1969

Foi eleito por uma grande coligação dos dois partidos CDU e SPD (de esquerda). O seu Governo teve que combater uma crise económica. Kiesinger foi duramente criticado pelo seu passado como membro ativo do partido nacional-socialista NSDAP durante a ditadura fascista na Alemanha. Com a ausência de uma oposição forte no Parlamento, formou-se em 1968 um movimento de protesto estudantil na Alemanha.

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Willy Brandt (SPD), 1969-1974

A onda de protestos teve reflexos nas eleições: Willy Brandt tornou-se no primeiro chanceler social-democrata no pós-guerra. Melhorou as relações com os países comunistas do leste. Durante uma visita à Polónia, ajoelhou-se no monumento pelas vítimas do nazismo no Gueto de Varsóvia. Gesto que ficou famoso como pedido de desculpas. Renunciou ao cargo em consequência de um caso de espionagem.

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Helmut Schmidt (SPD), 1974-1982

Após a renúncia de Brandt, Helmut Schmidt prestou juramento como chanceler. O social-democrata teve de combater o terrorismo do grupo extremista de esquerda RAF. Negou negociar com os terroristas alemães. Enfrentou a oposição por causa do estacionamento de mísseis nucleares dos EUA na Alemanha. Depois da saída do Governo do parceiro FDP (liberais), perdeu um voto de confiança no Parlamento.

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Helmut Kohl (CDU), 1982-1998

Helmut Kohl formou uma nova coligação centro-direita com os liberais. Ficou 16 anos no poder, um recorde. Ficou famoso pela sua teimosia e por não gostar de reformas. Depois da queda do Muro de Berlim, Kohl consegui reunificar as duas Alemanhas, a RFA ocidental e a RDA oriental. Ficou conhecido como "chanceler da reunificação". T ambém é lembrado pelo seu empenho na construção da União Europeia.

Chefes de Governo da Alemanha: de Adenauer a Merkel

Gerhard Schröder (SPD), 1998-2005

Depois de quatro mandatos de Kohl, o desejo de mudança aumentou. Gerhard Schröder foi eleito primeiro chanceler de uma coligação de esquerda entre o SPD e os Verdes. Durante o seu Governo, o exército alemão, Bundeswehr, teve as primeiras missões no estrangeiro com a participação na guerra no Afeganistão. Reduziu os subsídios sociais, medida que foi criticada dentro do seu partido social-democrata.

Chefes de Governo da Alemanha: de Adenauer a Merkel

Angela Merkel (CDU), desde 2005

Em 2005, Merkel é eleita como primeira mulher na chefia do Governo alemão. Durante o primeiro e terceiro mandato, governou numa grande coligação com o SPD, no segundo mandato numa coligação de centro-direita com os liberais do FDP. Merkel é conhecida pelo estilo pragmático de liderança. Durante a crise financeira, assumiu um papel de liderança na UE. Em 2017, conseguiu o seu quarto mandato.

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Política | 27.07.2017

Eleitor alemão tem dois votos

Os cartazes da campanha eleitoral na Alemanha

CDU: patriotismo

Duas séries de motivos, 22 mil cartazes e um orçamento de 20 milhões de euros: é assim a campanha publicitária da CDU, partido de Merkel. "Por uma Alemanha em que vivamos bem e com gosto" - a legenda mostra-se patriótica com as cores nacionais da Alemanha na sua propaganda de rua. Os temas eleitorais da União Democrata Cristã são segurança, família e emprego.

Os cartazes da campanha eleitoral na Alemanha

SPD: cidadãos em foco

"O futuro precisa de novas ideias. E de alguém que as implemente" - nos seus cartazes, o Partido Social-Democrata (SPD) enfoca temas como educação, aposentadoria, investimento e igualdade salarial. Somente num segundo momento, o foco deverá recair sobre o candidato Martin Schulz, o grande rival de Merkel. O SPD promete surpresas no final de sua campanha, que deverá custar 24 milhões de euros.

Os cartazes da campanha eleitoral na Alemanha

A Esquerda: sem rosto

"Imposto sobre milionários, mais dinheiro para creches e escolas". Letras brancas junto ao vermelho simbólico do partido: A Esquerda ("Die Linke") continua fiel a seu estilo, dispensando, desta vez, mostrar rostos em seus cartazes. Sob o lema "Sem vontade para mesmice", a legenda enfoca três temas principais: rendas de casa acessíveis, pensões mais justas e o fim da exportação de armas.

Os cartazes da campanha eleitoral na Alemanha

Os Verdes: por isso, verde

"O meio ambiente não é tudo. Mas sem meio ambiente tudo é nada". Desta vez, Os Verdes apostam em texto em letras grandes diante de um motivo simbólico. O partido continua fiel aos seus temas. O foco recai sobre tópicos clássicos como meio ambiente ou integração. "Darum grün" ("Por isso, verde") é o lema de campanha. Em todos os cartazes, pode-se ver o girassol amarelo como motivo principal.

Os cartazes da campanha eleitoral na Alemanha

FDP: a campanha é ele

"Impaciência também uma virtude" - o Partido Liberal Democrático (FDP) vai gastar mais de 5 milhões de euros em publicidade com foco sobretudo numa só pessoa: Christian Lindner. O líder partidário é retratado sorrindo, com look casual ou barba de três dias. "Denken wir neu", "vamos repensar", é o slogan com que pretendem concorrer às eleições. Longos textos acompanham Lindner nos cartazes do FDP.

Os cartazes da campanha eleitoral na Alemanha

AfD: populismo

"Burcas? Nós gostamos de biquínis" - os cartazes do partido populista de direita Alternativa para Alemanha (AfD) provocaram discussões. Seu lema: "Trau Dich, Deutschland!" (Confie em você, Alemanha!"). E, confiantes, eles provocam, pois os textos nos cartazes visam o isolamento, sobretudo em relação ao islão. A "Alternative für Deutschland" ainda não tem deputados no parlamento federal.

Os cartazes da campanha eleitoral na Alemanha

Die Partei: nem tão sério

Reivindicações como conter a elevação do preço da cerveja estão no programa do "Die Partei" ("O Partido"). Os cartazes são acima de tudo irónicos (na foto, "Não faça merda com sua cruz"), bem ao estilo de seus fundadores, jornalistas da revista satírica "Titanic". Seu candidato à chanceler é o comediante Serdar Somuncu. Nas eleições de 2013, o partido teve apenas 0,2% dos votos.

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Política | 20.09.2017

Merkel defende "equilíbrio" para lidar com refugiados

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Política | 20.09.2017

Martin Schulz quer destronar chanceler Angela Merkel

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