Macron cede de vez à pressão das ruas

Governo francês revê orçamento de 2019 e volta definitivamente atrás na decisão de aumentar impostos a combustíveis. Manifestantes comemoram, mas mantêm nova rodada de protestos pelo país.

Após enorme pressão das ruas, o governo da França cancelou definitivamente nesta quarta-feira (06/12) o plano de aumentar os impostos sobre os combustíveis a partir de 1º de janeiro de 2019 e pediu calma à população.

O ministro francês do meio ambiente, François de Rugy, afirmou à emissora de notícias BMF TV que o aumento, que foi o estopim das manifestações em todo o país nas últimas semanas, foi "descartado para o ano de 2019". O gabinete do presidente Emmanuel Macron alertou contra a violência no próximo dia nacional de protestos, marcado para o sábado.

"O momento que atravessamos não é sobre oposição política, é sim, sobre a República", disse o porta-voz do governo Benjamin Griveaux, após uma reunião com Macron e seu gabinete. Segundo afirmou, o presidente pediu aos membros de seu governo que façam "um apelo claro e explícito por calma", enquanto as manifestações entram em sua quarta semana.

Após a reunião, os ministros concederam diversas entrevistas a emissoras de rádio e televisão para explicar a decisão do governo. A ministra do Trabalho, Muriel Penicaud, alertou que gerar o caos "nada fará para resolver os problemas". O ministro do Interior, Christopher Castaner, pediu aos manifestantes "responsáveis" que não participem dos protestos em Paris. Ainda assim, ele ordenou um reforço policial, temendo novos atos de violência.

Política | 03.12.2018

Em discurso ao Parlamento, o primeiro-ministro Édouard Philippe afirmou que "o que está em risco é a segurança do povo francês e das instituições" e fez um "apelo por responsabilidade". "Não tenho problema algum em admitir que poderíamos ter agido de modo diferente em algumas questões, e que se há um nível tão alto de irritação é porque ainda temos muito o que melhorar", observou, acrescentando que o governo está "pronto para dialogar".

O orçamento do governo para 2019 poderá ser negociado também durante o próximo ano, mas é improvável que Macron volte a sugerir o aumento das tarifas sobre os combustíveis, levando-se em conta a dimensão dos protestos.

Considerados os mais violentos em décadas em Paris, os protestos começaram no dia 17 de novembro, com motoristas irritados com um aumento dos impostos, e ganharam dimensões maiores, passando a incorporar queixas sobre o que seria um descaso de Macron para com os problemas das pessoas comuns e sobre suas políticas, que, segundo os manifestantes, beneficiam apenas os mais ricos.

Os chamados protestos dos "coletes amarelos" também denunciam aumentos nos gastos domésticos gerado pelo imposto sobre o diesel, que Macron justifica como sendo necessário para o combate ao aquecimento global e proteção do meio ambiente. O nome pelo qual as manifestações ficaram conhecidas se refere ao colete fluorescente de sinalização que os motoristas possuem em seus veículos.

As ações dos coletes amarelos se tornaram mais violentas na última semana, com cerca de 200 carros queimados nas ruas e lojas saqueadas. O famoso Arco do Triunfo na avenida Champs-Élysées foi pichado com frases antigoverno. Nesta quarta-feira, os manifestantes comemoraram a decisão do governo, embora alguns afirmem que veio tarde demais e que não será suficiente para apaziguar a revolta contra o presidente, que, na opinião de muitos, ignora os problemas das pessoas comuns.

Macron, cujos índices de aprovação caíram para 23%, ainda não se pronunciou publicamente sobre a situação desde que retornou da cúpula do G20 na Argentina, no domingo passado. Seu gabinete afirmou que ele manterá a decisão de remover o chamado "imposto sobre as fortunas" que atinge as pessoas de renda mais alta, uma das medidas que mais revoltam os manifestantes.

Segundo pesquisas, em torno de 72% da população apoia o movimento dos coletes amarelos, percentual que se manteve alto mesmo depois dos atos de violência no ultimo sábado e da decisão do governo de voltar atrás no aumento dos impostos.

Os protestos continuaram nesta quinta-feira. Os coletes amarelos também tomaram algumas praças de pedágio, permitindo a passagem livre dos motoristas. A polícia conseguiu retomar o controle sobre a maioria dos depósitos de combustíveis que foram bloqueados pelos manifestantes no início da semana, mas a falta de abastecimento ainda afeta centenas de postos de serviço.

Além das manifestações dos coletes amarelos, a França ainda enfrenta ameaças de protestos de agricultores e de greves de caminhoneiros. Estudantes ocuparam dezenas de escolas pelo país, protestando contra reformas que dificultam o acesso a mais de 200 universidades. Os manifestantes entraram em confronto com a polícia em várias localidades e, segundo a imprensa francesa, cerca de 700 alunos foram detidos.

RC/afp/ap

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Atendendo a um pedido de ambientalistas, a prefeitura de Amsterdã removeu da Praça dos Museus um dos cenários fotográficos favoritos dos turistas que visitam a capital holandesa: enormes letras vermelhas e brancas que compunham o slogan "I Amsterdam". Os políticos verdes argumentaram que as letras se transforaram num símbolo do turismo de massa e do "individualismo exagerado". (03/12)

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Começa conferência do clima COP24

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Confrontos entre polícia e "coletes amarelos"

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