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Berlim confirma morte de duas alemãs esfaqueadas no Egito

15 de julho de 2017

Ministério do Exterior em Berlim diz que turistas mortas no Mar Vermelho eram alemãs. Segundo informação divulgada pela agência de notícias DPA e ainda não confirmada oficialmente, trata-se de um ataque terrorista.

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Ägypten Hotelanlage im Badeort Hurghada
Balneário de Hurghada é bastante popular entre turistas estrangeirosFoto: AFP/Getty Images

O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha confirmou neste sábado (15/07) a morte de duas turistas alemãs, esfaqueadas no balneário de Hurghada, no Egito, num ataque aparentemente direcionado contra turistas estrangeiros.

"De acordo com tudo o que sabemos agora, este ato foi direcionado contra turistas estrangeiros, um ato criminoso e pérfido que nos deixa tristes, desanimados e furiosos", escreveu o Ministério em nota de reação à morte das turistas alemãs.

O homicídio aconteceu na sexta-feira, quando um homem por volta dos 20 anos entrou na zona privada do hotel depois de ter nadado desde uma praia pública nas imediações, e foi preso na sequência do ataque, que feriu mais quatro pessoas.

As autoridades requisitaram as imagens das câmaras de vigilância do resort onde ocorreram os homicídios e continuam a interrogar o agressor. Mas segundo informações da agência de notícias DPA, trata-se de um estudante do norte do Egito que teria estado em contato através da internet com extremistas, de quem recebeu a ordem de atacar estrangeiros

De acordo com as agências de notícias internacionais, entre os feridos estão ucranianos e checos, mas os relatos sobre a nacionalidade das vítimas são ainda difusos.

As duas mulheres mortas, segundo um amigo citado pelo jornal Frankfurter Allgemeine na sua edição digital, moravam no balneário. Inicialmente houve uma confusão sobre a origem das vítimas. Enquanto algumas fontes as consideravam ucranianas, outras lhes atribuíam a nacionalidade correta.

Em janeiro de 2016, três turistas ficaram feridos no balneário de Hurghada em ataque também perpetrado com uma arma branca. Os agressores eram alegados simpatizantes do grupo extremista Estado Islâmico (EI).

CA/efe/lusa